Engel & Völkers inaugura espaço em Lisboa para liderar mediação de luxo

A Engel & Völkers, líder mundial do mercado de mediação de imóveis residenciais e comerciais de luxo, inaugurou esta quinta-feira, 11 de julho, o Market Center (MC) em Lisboa, na Avenida da Liberdade, através do qual pretende liderar o mercado da mediação imobiliária de luxo.

A abertura deste espaço representa um investimento de 1,3 milhões de euros e replica uma fórmula de sucesso aplicada pela multinacional alemã no mercado espanhol – primeiro em Barcelona, Madrid e Valência – e depois noutras capitais internacionais como Roma, Paris, Dubai e Nova Iorque.

“A aposta neste modelo inovador, com um foco claro na aproximação da marca aos clientes,pretende trazer mais valor ao mercado da mediação imobiliária em Portugal e uma melhoria na proposta da Engel & Völkers, diferenciando-a positivamente de toda a concorrência, num segmento particularmente exigente e sofisticado como o dos imóveis residenciais e comerciaisde luxo”, explica Juan-Galo Macià, CEO da Engel & Völkers para Espanha, Portugal e Andorra.

Pedro Branco, diretor-geral do MC, irá liderar uma equipa de 165 colaboradores, entre eles 150 consultores imobiliários que desenvolverão a sua atividade num ambiente profissional onde, além da Academia Engel & Völkers, escritórios e salas de reunião, poderão contar com formação, ferramentas de marketing e acesso a uma rede internacional que a marca global oferece.

“Termos identificado alguém conhecedor do mercado português e com uma sólida experiênciana criação e no desenvolvimento de negócio foi sem dúvida um passo bastante importante naestratégia da marca para a cidade de Lisboa”, comenta Juan-Galo Macià.

A Avenida da Liberdade foi a primeira escolha da Engel & Völkers para o MC em Lisboa.“Queríamos um espaço com uma localização central para trabalhar toda a cidade de Lisboa e em regime de open space, com pelo menos 500 metros quadrados, capaz de acomodar a equipa de staff e 150 consultores imobiliários”, detalha Juan-Galo Macià. “A falta de escritórios de grande dimensão no centro da cidade é uma realidade e tivemos que visitar muito espaços até encontrar aquele que satisfizesse todos os requisitos da marca”, conta.

O MC será complementado por várias agências em regime de franchising, que servirão as necessidades do mercado no resto do país. Ou seja, o MC terá uma estrutura autónoma e dedicada para a região de Lisboa, que trabalhará de forma muito próxima com a estrutura de Espanha, onde o conceito de MC já foi implementado com sucesso.

O MC Lisboa, pela sua centralidade, será o escritório principal da marca na capital portuguesa– onde estará a equipa de staff e a maior parte da equipa de consultores – no entanto, as agências situadas no Parque das Nações e no Restelo servirão de apoio, permitindo à Engel & Völkers estar mais próxima dos clientes que ali residem.

“A Península Ibérica tem registado um forte crescimento e assume-se como uma região estratégica para a Engel & Völkers nos próximos anos. Lisboa está na moda e os dados de mercado mostram isso mesmo. Só no ano passado foram transacionados mais de 6 mil milhões de euros na cidade de Lisboa”, afirma Juan-Galo Macià. Pelo que, “o aumento do investimentoestrangeiro, um maior número de projetos de licenciamento e um crescimento da zona envolvente de Lisboa deixa antever um conjunto de oportunidades que a marca não quer perder”, acrescenta.

O MC equivale a 30 agências padrão e vai alimentar as necessidades do mercado imobiliário em Lisboa, abrangendo os segmentos de compra e venda de imóveis residenciais de alto nível e qualidade.

“Temos um portfólio relevante que já nos permite dar resposta a um conjunto bastante alargado de clientes e vamos continuar a trabalhar com o objetivo de diversificar a carteira depropriedades”, afirma Juan-Galo Macià. “Para este ano temos como objetivo alargar a nossaquota de mercado em território nacional e aumentar o peso do mercado português para 10% da faturação total da empresa na Península Ibérica”, aponta. Recorde-se que, em 2018, as vendas de imóveis transacionados pela Engel & Völkers em Portugal atingiram os 80 milhões de euros e, a nível global, a marca atingiu os 728 milhões de euros de faturação em comissões.

“Nos primeiros anos de desenvolvimento do MC, a maior preocupação será a implementação da estratégia e a consolidação das equipas, sendo que esperamos registar, durante os primeiros três anos, um crescimento consecutivo de pelo menos 100%”, perspetiva Juan-Galo Macià.